
Existe um mito perigoso de que o seguro viagem gratuito oferecido por cartões de crédito é suficiente para qualquer destino. A realidade, porém, costuma ser dura: esses seguros geralmente funcionam no sistema de reembolso. Ou seja, em uma emergência médica nos Estados Unidos ou na Europa, você desembolsa milhares de dólares do próprio bolso e enfrenta meses de burocracia para tentar reaver o valor.
Viajar protegido exige uma apólice de verdade. Um Seguro Viagem robusto não serve apenas para pagar a conta do hospital em caso de doença ou acidente. Ele é uma estrutura completa de assistência.
Estamos falando de suporte jurídico internacional, auxílio financeiro em caso de extravio de bagagem e, o mais importante, a repatriação sanitária — que pode custar o preço de um apartamento se feita de forma particular.
Na ADN, selecionamos coberturas que garantem o pagamento direto ao prestador de serviço no exterior. Se você torcer o pé em Roma ou tiver uma infecção em Miami, quem paga a conta é a seguradora, na hora. Viajar é colecionar memórias, não dívidas em moeda estrangeira.
